Curiosidade na história
Tudo sobre o Amapá
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
ENTENDENDO A UNIDADE 3
O TEMA DA PALESTRA DE PEDRO DEMO É “OS DESAFIOS DA LINGUAGEM DO SÉCULO XXl PARA A APRENDIZAGEM NA ESCOLA.”
Pedro Demo aborda os desafios da linguagem do século XXl para a aprendizagem na escola, ressaltando que a escola está distante dos desafios do século XXl, fala que a escola anda na contra mão dos avanços tecnológicos, algumas crianças tem acesso a tecnologia e se desenvolvem de uma maneira diferente- gostam menos ainda da escola porque acham que aprendem melhor na internet. Acredita que a escola não está preparando o cidadão para atuar no mundo virtual, as próprias crianças trocam linguagem entre si, e a escola está longe disso, devido a linguagem do mundo virtual do século XXl, está embutida na nova Mídia(computador, celular),dessa forma a linguagem digital supera o texto impresso(não exclui o texto impresso).
Segundo Pedro Demo a escola precisa de mudança urgente para acompanhar o ritmo dos alunos, e essa mudança tem que começar pelo professor – ele é a figura fundamental. Ele é a tecnologia das tecnologias, e deve se portar como tal. Nesse sentido o professor precisa entender que ser professor não é dar aulas, não é instruir, é cuidar que o aluno aprenda. É melhor dar menos aula, e cuidar que o aluno pesquise, elabore, escreva – aprenda. Aí entra a linguagem da mídia, a língua de hoje não é dos gramáticos, é de quem usa a internet.
UM POUCO DE NOSSA HISTÓRIA.
Na década de 80 surgiu nas escolas públicas um projeto piloto com experiência do uso computador em atividades disciplinares ou extracurriculares ocorrendo em horário oposto ao turno do aluno. A prática estava embasada no instrucionismo, na qual o computador pode ser usado na educação como máquina para ensinar ou contrucionista nesse caso o aluno constrói seu próprio conhecimento, por meio do computador. Segundo Valente(1999) a prática concreta oscila entre os dois eixos, onde há sempre um eixo dominante, o qual se relaciona com a concepção do educador.
O CONSTRUCIONISMO E A PEDAGOGIA DE PROJETO.
A pedagogia de projeto deve permitir que o aluno apreenda fazendo e que a aprendizagem ocorra nas interações que se estabeleçam em um meio social, com as pessoas e com os instrumentos desse meio, percorrendo múltiplos caminhos e utilizando distintas linguagens de expressão.
Durante o desenvolvimento do projeto o aluno tem a oportunidade de recontextualizar conceitos e estratégia, bem como estabelecer relações significativas entre várias áreas de conhecimento. Num projeto é necessário que o professor adote uma postura de observação e análise no desenvolvimento, com estratégia que possibilitem a aprendizagem do aluno.
O PROJETO NA ESCOLA
O uso das tecnologias e mídias no desenvolvimento de projeto favorece uma nova visão educacional ao considerar a escola como um espaço privilegiado de interação social, integrada a outros espaços de produção de conhecimento: quando promove a colaboração e o diálogo entre alunos, professores, gestores e comunidade; contrói pontes entre conhecimentos, valores, crenças, usos e costumes; desenvolve ações em prol da transformação individual e social; e identifica o currículo construído na ação, por meio de análise dos registros digitais. De acordo com a concepção de Prado(2005) no momento que o projeto é colocado em ação tem que haver feedback.
PROJETO E INTERDISCIPLINALIDADE
Segundo Almeida(2002) o projeto rompe com as fronteiras disciplinares, articulando diferentes áreas do conhecimento, mobilizadas na investigação de problematizações e situações da realidade, sem abandonaras disciplinas, mas tendo como pano de fundo a unicidade do conhecimento em construção. Por sua vez a divisão entre disciplina não é estática e ocorre a medida que se aprofundam os conhecimentos de determinada área cuja compreensão exige estudo especializados.
PROJETO E CURRICULO
As inquietações de professores que levam a questionar o conceito de currículo e as contribuições das tecnologias ao desenvolvimento do currículo.
O currículo trabalha com o conhecimento organizado, sistematizado e selecionado em estruturas previamente do saber local e cotidiano do aluno. Logo o currículo não é uma lista de conteúdo pronto a serem transmitidos ao aluno. É necessário ter em mente a flexibilidade entre o currículo formal e o currículo real. Enfatizamos no entanto, que o desenvolvimento do currículo , na realidade da escola e no contexto de sala de aula, vai além das grades curriculares e envolve toda a escola, a vida dos alunos, o entorno da escola, os acontecimentos locais e globais que interferem no sistema de relações estabelecidas na dinâmica do processo educacional
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Ministério da Educação e Cultura
Programa Nacional de Tecnologia Educacional
Proinfo Integrado
Curso de Introdução à Educação Digital
Relatório Final de Atividade
Tecnologia na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC.
Aluna: Maria do perpétuo socorro Calado Pereira
Macapá, 21 novembro de 2012.
RELATÓRIO SOBRE O PROJETO “A CRISE DO REGIME MONÁRQUICO”
Professora: socorro calado
O projeto foi executado na Escola do Torrão do Matapi, localizada no km 21 da BR 156, em uma turma de 7ª série e .Os alunos viram o trabalho como uma novidade e ficaram interessadíssimos, compreenderam perfeitamente o foco e a proposta da atividade. Procuramos detalhar minuciosamente e com bastante clareza. O grande entrave foi na hora de ir fazer uso da tecnologia: a maioria dos alunos não domina o computador, nunca tiveram oportunidade de fazer manuseio. Existia disputa de maquinas, o numero de equipamento era reduzido.
Outra grande dificuldade na execução do projeto, a internet era precária, perdíamos tempo demais tentando acessar o sistema, sem muito resultado.
O ponto positivo foi que os alunos se esforçaram muito, pesquisando quando dava na internet, pelo livro em fim, onde encontrava fonte estavam lá. Na hora de defender o trabalho eles usaram slide, fizeram auto- avaliação do trabalho escrita e oral. Fizeram também um jornal com noticia de época, com exposição na escola através de mural.
domingo, 7 de outubro de 2012
NUCLEO TECNOLOGICO EDUCACIONAL – NTE
ALUNA: MARIA DO PERPETUO SOCORRO CALADO PEREIRA
FORMADORA TUTORA: SILVIA CASTRO
CURSO: TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO: ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TIC
UNIDADE II: INTERNET, HIPERTEXTO, HIPERMÍDIA.
O que é um Blog e para que serve?
Os blogs se tornaram um dos principais canais de comunicação da internet, e o profissional de comunicação que investir no uso do blog como uma ferramenta de negócios/marketing terá destaque no mercado.
O BLOG tem sido usado tanto por empresas como por profissionais liberais como uma forma de divulgar rapidamente suas ideias de um modo simples e rápido. Basicamente, um blog é um conjunto de mensagens curtas ou longas que são conhecidas como POSTs. Estas mensagens são ordenadas em ordem decrescente de data da postagem. Pode ser um diário pessoal ou corporativo, onde qualquer pessoa pode criar; é fácil de atualizar; é focado num nicho específico. Portanto torna-se um canal de comunicação informal.
O Blog serve para comunicação e relacionamento com clientes; para criar diálogo com leitores; possibilita a interação do visitante, respondendo ou opinando em relação aos artigos publicados; é divertido. http://www.konfide.com.br/o-que-e-um-blog-e-para-que-serve
A Wikipédia é uma enciclopédia on-line e, como um meio para esse fim, é também uma comunidade virtual formada por pessoas interessadas na construção de uma enciclopédia de alta qualidade, num espírito de respeito mútuo. Por isso, há certas coisas que a Wikipédia não é e que não deverá ser. A Wikipédia pode possuir conteúdo que alguns leitores considerem desagradável ou ofensivo, mesmo que de modo excessivo. Qualquer um pode editar um artigo e as mudanças feitas são exibidas imediatamente. Portanto, a Wikipédia não pode garantir que artigos ou imagens serão sempre aceitáveis para todos os leitores, ou que eles seguirão normas sociais ou religiosas. Particularmente, quando uma citação contem palavras que podem ser ofensivas, ela não deve ser censurada.
Wikcionário[5] (um amálgama das palavras "wiki" e "dicionário") é um projeto web multílingue pertencente à Wikimedia Foundation (sendo assim, projeto gêmeo da Wikipédia) com a finalidade de criar um dicionário eletrônico de conteúdo livre, disponível em mais de 172 línguas diferentes.[3] Ao contrário do padrão normal de dicionários, este é escrito colaborativamente por voluntários que usam o software wiki, permitindo que os artigos possam ser alterados e modificados por quase todas as pessoas de acesso ao site.O Wikcionário é um projeto colaborativo (é feito por usuários que o acessam e ajudam a construi-lo) que pretende criar um dicionário com palavras em todos os idiomas e que abrange etimologia, pronúncia, traduções. Em 16/11/2009,porJesiel.
FOTOLOG
Derivado do blog, o fotoblog (fotolog ou flog) é também uma ferramenta muito importante para a divulgação de ideias. Nesse caso, no formato de fotografias.
Dentro de um fotoblog, é possível postar fotos todos os dias e contar com um sistema de comentários para saber a opinião dos seus visitantes sobre aquela imagem. Fotoblogs são blogs de fotos, ou seja, sites que permitem que você coloque fotos na Internet com facilidade e rapidez. A maioria dos flogs é individual, seja de fotógrafos que tiram fotos de seu trabalho ou de pessoas que gostam de mostrar fotos de si mesmas. Já os fotoblogs coletivos, por definição, estão abertos a todos. E são os mais interessantes.
Edições cooperativas
A definição de uma estrutura de dados para prover o controle de versão das edições cooperativas que permite o gerenciamento e a recuperação das edições de vídeos versionado, no decorrer do tempo organizado numa estrutura de dados chamada de árvore de versionamento, cujas sub-árvores de cada nó estão ordenadas, e as folhas descrevem um conjunto ordenado de trechos do vídeo. A especificação de um sistema de edição colaborativa de vídeo permite a divisão de tarefas e o trabalho concorrente no processo de produção entre os editores. O sistema permite que usuários acessem versões de um vídeo ou trecho dele, mesmo estando dispersos geograficamente.
Rede social
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns. Uma das características fundamentais na definição das redes é a sua abertura e porosidade, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes. Os limites das redes não são limites de separação, mas limites de identidade. (...) Não é um limite físico, mas um limite de expectativas, de confiança e lealdade, o qual é permanentemente mantido e renegociado pela rede de comunicações. "[2]As redes sociais online podem operar em diferentes níveis, como, por exemplo, redes de relacionamentos (Facebook, Orkut, MySpace, Twitter Badoo), redes profissionais (LinkedIn), redes comunitárias (redes sociais em bairros ou cidades), redes políticas, dentre outras, e permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua atividade, como os indivíduos alcançam os seus objetivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/10679/10679_7.PDF
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Hipertexo
Hipertexto é a chave para o sucesso da Web: é ele que lhe dá seu poder e é ele que definirá o seu potencial na educação.
Em resumo, hipertexto é um texto não-linear, sem ponto fixo de entrada e de saída, sem uma hierarquia pré-determinada, sempre expansível e literalmente sem limite. Em hipertexto os comentários dos leitores podem se incorporar ao texto original, como links, de modo que, em última instância, é de imaginar a possibilidade que haja apenas um
Segundo o professor Lindomar,
O hipertexto vem auxiliar o ser humano na questão da aquisição e assimilação do conhecimento, pois tal como o cérebro humano, ele não possui uma estrutura hierárquica e linear, sua característica é a capilaridade, ou melhor, uma forma de organização em rede. Ao acessarmos um ponto determinado de um hipertexto, conseqüentemente, outros que estão interligados também são acessados, no grau de interatividade que necessitamos.
Foi no campo da informática que surgiu o hipertexto, pela necessidade de tornar o computador cada vez mais interativo. Mas o hipertexto não precisa ser interativo e sim “explorativo”.
Na minha concepção o hipertextonão está presente apenas no campo da informática, mas encontra-se também nos livros de formatos convencionais, onde os autores buscam facilitar a compreensão de cada capítulo na sua individualidade, sem que perca a essência que compõe o todo, a idéia central do autor. Hoje é muito comum encontrarmos livros organizados por um autor e escritos por vários. Estes livros não lineares são exemplos de hipertextos.
O hipertexto permite ao leitor decidir o rumo a seguir na sua viagem pela leitura, tornando o tempo e o espaço, em relação à construção textual, flexível.Enfim, as partes de um hipertexto fazem sentido, mesmo sendo deslocadas do seu eixo central ou enredo. Ele possibilita a livre escolha, por onde começar e em que ordem seguir.
Por: Socorro Calado
sexta-feira, 1 de junho de 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
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